É certo que os números na tabela classificativa não foram os esperados e, muito menos, os ambicionados. Mas o Rio Ave FC é um clube de fibra, e principalmente numa etapa formativa, é hora de refletir e perceber que as vitórias não são tudo e que os grandes jogadores constroem-se também nas situações adversas.
Iniciamos esta época com um grupo de trabalho praticamente novo, com jogadores muito jovens e com muito talento para explorar.
O projecto dos sub-23 foi assumidamente encarado como um patamar intermédio entre a formação do Rio Ave FC e a equipa B. Um patamar onde foi possível ver os atletas crescerem, moldarem-se e adaptarem-se a um ritmo competitivo mais exigente. O Rio Ave FC apostou em vários jovens dos escalões de sub-18 e sub-19 e acompanhou os seus processos evolutivos. Os jogadores que fizeram parte da familia que iniciou mais um campeonato da Liga Revelação, não são os mesmos que termiram esta viagem. São jogadores mais completos, maduros e com capacidades adquiridas e aprimoradas, que os valorizam enquanto atletas profissionais de futebol.
Prova disso mesmo reside na elevada frequência com que elementos dos sub-23 foram inseridos no plano de trabalhos da equipa B e que, por consequência, apresentaram qualidades para serem convocados para os jogos do Campeonato de Portugal.
É importante dar valor aos indicadores positivos e esta época também os teve.
Fique com alguns dos momentos em que os nossos atletas se evidenciaram:
Os sub-23 rumaram até Guimarães para disputar a 12ª Jornada da 2ª fase da Liga Revelação.
Tal como disse Tomás Martins na antevisão ao Canal 11, a semana de trabalho correu bem e o foco era em vencer a partida.
Uma primeira parte sem golos e igualmente sem grandes oportunidades de perigo. O Vitória SC chegou mais vezes à grande área rioavista, mas a linha defensiva da turma orientada por Marco Paiva manteve as linhas seguras e os remates que existiram saíram todos por cima.
O primeiro golo da partida surge para a equipa da casa, aos 54′. É palpável o desconforto da formação vilacondense, que ressente o golo e acaba por precisar de alguns minutos para se reorganizar e focar na baliza adversária.
Na entrada do minuto 60, Agostinho ganha falta na grande área, depois de Bencze provocar a sua queda. É Figo quem se posiciona para marcar o penálti, mas remata para a defesa do guarda-redes, que adivinha o lado. O Rio Ave FC recupera o folgo e aponta as baterias em força à baliza vitoriana, mas sem conseguir chegar ao golo. O guardião da casa continuou a defender, e até a trave ajudou nesta batalha de manter a baliza por estrear.
Aos 90′, numa altura em que o Rio Ave FC estava a aproximar-se do empate, o Vitória SC volta a marcar.
Qualquer esperança de empatar cai por terra nesse preciso momento. A formação de Vila do Conde ainda conseguiu pressionar na área oposta, mas sem conseguir concretizar.
Jornada 12 – 2ª fase da Liga Revelação
Vitória SC 2-0 Rio Ave FC
Campo Da Pista De Atletismo Gémeos Castro
11 INICIAL: Pedro Henrique, Ruca, Tomás Martins, Rui Bruno, Leonardo Azevedo, Guedes, Moisés Conceição, Rúben Amaral, Nuno Barbosa, João Teixeira e Novais.
Ainda jogaram: Tomás Pimenta, David Branco, Agostinho, Tomás Fonseca e Andrés.
Suplentes: João Silva, David Branco, Tomás Pimenta, Guilherme Coelho, Francisco Mendes, Tomás Fonseca, Matheus, Agostinho, Andrés, Diogo Silva, Nuno Namora e Amadi.
O Rio Ave FC recebeu a equipa de Portimão para disputar a 6ª Jornada da Liga Revelação.
Um jogo com as emoções ao rubro e com um desfecho difícil de digerir.
A turma vilacondense começou a ameaçar cedo, e a apontar as baterias à baliza algarvia. Desde o primeiro minuto foi perceptível que o Rio Ave FC ia fazer de tudo para estar por cima do jogo e estava, claramente, com uma prestação superior.
No entanto, e sem nada que o fizesse prever, o Portimonense cria a primeira situação de perigo na área rioavista aos 8´ e consegue concretizar o primeiro golo. Ainda a digerir o sucedido, a equipa vilacondense sofre novamente no minuto seguinte.
Não era possível crer no resultado, principalmente sendo tão incongruente com as exibições em campo. Mas o Rio Ave FC não baixou os braços. Manteve a sua identidade e recuperou a sua compostura.
Ainda havia muito jogo pela frente e oportunidades para criar. Os lances de perigo continuaram a surgir, mas a sorte insistia em não aparecer.
Aos 33′ , o Rio Ave FC finalmente consegue aquilo que estava a tentar desde o primeiro momento através dos pés de Figo, que reduz a desvantagem. Ainda antes do intervalo, Mauro tenta o empate, mas o guardião algarvio defende.
Inicia a segunda parte com o Rio Ave FC a querer dar a volta ao resultado. Determinado, é Luca que faz o empate aos 53′!
Daí em diante, viu-se um jogo equilibrado com ambas as equipas a lutar para chegar ao golo da vitória. O Rio Ave FC foi persistente, e deu muito que fazer ao Portimonense SC, com uma pressão apertada na áera da equipa adversária, que se fechou a sete chaves para não perder a hipótese de ainda poder vencer a partida.
No entanto, e quando tudo indicava para que o resultado fosse um empate, o Portimonense SC consegue marcar aos 89′, não dando hipótese aos rioavistas para conseguirem atingir o empate novamente.
Um final inglório para o Rio Ave FC, que tudo fez para merecer a vitória.
De salientar a estreia de Pedro Henrique, o novo reforço para as redes vilacondenses, brasileiro de 18 anos, vindo do Corinthians.
Jornada 6 – 2ª fase da Liga Revelação
Rio Ave FC 2-3 Portimonense SC
Complexo Desportivo Monte de Azevido (Rebordosa)
11 INICIAL: Pedro Henrique, Ruca, Tomás, Luca, Gabi, Nuno Silva, Mauro, Pinho, Barbosa, Figo e Moisés.
Ainda jogaram: Luís Pedro, Francisco, Branco, Matheus e Amaral.
A equipa revelação do Rio Ave FC rumou até Lisboa para defrontar o SL Benfica, na 4ª jornada da 2ª fase da Liga Revelação.
A turma de Marco Paiva entrou no jogo com confiança no trabalho que tem sido desenvolvido, e sem receio de impor as suas ideias na partida.
Um início muito feliz, com Pinho a marcar logo aos 8 minutos, depois de uma bola mal colocada por parte do guardião das águias.
O SL Benfica foi tentando igualar o marcador ainda na primeira parte, mas o conjunto vilacondense manteve-se determinado a defender a vitória. Com uma postura serena e confiante, o Rio Ave FC consegue aumentar a vantagem ainda antes do apito para o intervalo.
Aos 36′, Mauro cruza para a grande área, e Nuno Barbosa não deixa ao acaso e cabeceia para o fundo das redes de Leo Kokubo.
De volta ao relvado para a segunda parte, o SL Benfica mostrou-se determinado em mudar o destino da partida. E é certo que conseguiu criar mais situações de perigo, mas o sector defensivo do Rio Ave FC dificultou a vida à equipa da casa.
O Rio Ave FC foi sempre conseguindo aproveitar de forma eficiente as oportunidades que foi criando ao longo do jogo. Competência foi a palavra de ordem e a prova disso mesmo apareceu aos 66′, quando a formação rioavista mostrou que não havia volta a dar – seriam o justo vencedor da partida. Depois de um lance de bola parada, e após alguma confusão na área benfiquista, a bola acaba a sobrar para Rui Bruno que, de cabeça, assiste Figo para o terceiro golo da equipa de Vila do Conde!
Aos 82, Magrão que até então tinha mantido a baliza do Rio Ave FC segura, com uma exibição digna de ser referida, acaba por cometer um erro que ofereceu o primeiro golo da equipa da casa.
Sem tempo para mais, o jogo acaba por terminar com uma vitória expressiva do Rio Ave FC.
Chega ao fim a primeira fase da Liga Revelação, com o Rio Ave FC a disputar esta última jornada, em casa, frente ao Boavista FC.
A vitória era o único resultado possível para os vilacondenses e, com esse objectivo traçado, o Rio Ave FC entrou em campo a mostrar que ia lutar pelos 3 pontos.
Aos 22′ , Costinha inaugura o marcador com um golo cheio de classe, através de um remate colocado fora da área.
Até ao intervalo, foi clara a intenção do Rio Ave FC aumentar a vantagem, mas a baliza boavisteira manteve-se apenas com um golo sofrido.
Soa o apito para a segunda metade da partida. O Boavista FC entrou mais aguerrido do que nos primeiros 45 minutos e criou algumas dificuldades à turma de Zé Gomes, que – ainda assim – foi conseguindo criar situações de perigo na área das panteras. A 10 minutos do fim, Figo exalta os corações rioavistas ao orientar um tiro para a baliza adversária, mas a bola foi à barra.
Foi uma luta intensa até ao apito final. Foi visível a garra e a dedicação dos jogadores do Rio Ave FC até ao último minuto.
A vitória da equipa de Vila do Conde foi merecida e indiscutível. Ainda assim, e sendo sempre o objectivo primordial desta equipa de sub-23 formar e evoluir os jovens atletas, a equipa do Rio Ave FC esteve muito perto de conseguir apurar-se para disputar a fase de campeão da Liga Revelação. Do outro lado, era preciso o deslize do Famalicão, que acabou por garantir o terceiro lugar da classificação, ao empatar com o Leixões SC.
O Rio Ave FC segue, assim, – e de cabeça erguida – para a disputa num lugar na Taça Revelação.
11 INICIAL: Magrão, Costinha, Luca, Nando, Gabi, Amaral, Moisés, Hugo Pinho, Nuno Barbosa, Figo e Fábio Ronaldo.
A formação vilacondense rumou até ao Estádio do Jamor para encontrar o Belenenses SAD, na sétima jornada da Liga NOS.
Depois de duas vitórias consecutivas, a turma de Mário Silva tinha como objectivo manter a senda de vitórias. Inclusivamente, o treinador do Rio Ave FC apresentou em campo praticamente a mesma equipa que alcançou a vitória frente ao Moreirense FC, à excepção da entrada de André Pereira, no lugar de Bruno Moreira.
Uma primeira parte sem espaço para grandes emoções, sem lances de perigo flagrantes a assinalar, ainda que, com um Rio Ave FC superior e a apresentar alguma ameaça à área da equipa adversária. Aliás, a primeira oportunidade de golo da partida é da equipa de Vila do Conde e surge pelos pés de Carlos Mané, aos 11′.
Chega o tempo de intervalo e o Rio Ave FC prometia voltar mais forte e a lutar pelos três pontos.
Tentativas não faltaram, mas a procura insistente pelo golo não deu frutos. Mais uma vez, as duas equipas foram dividindo o protagonismo durante esta segunda parte e o Rio Ave FC foi aparecendo com mais frequência na área da equipa da casa nos últimos 20 minutos de jogo, após terem sido realizadas as primeiras substituições.
Ainda assim, as balizas ficaram por estrear. Mário Silva, na flash interview, mostrou-se insatisfeito com o resultado. “Não estivemos ao nível que queríamos. Somos ambiciosos e o nosso objectivo era alcançar os três pontos”, frisou o treinador.
Jogo no Estádio do Jamor, em Oeiras Árbitro: Fábio Veríssimo Acção disciplinar: cartão amarelo a Borevkovic (15′), Henrique (45+1′), Santos (57′) e Taira (76′)
Belenenses SAD 0 Kritciuk, Ruben Lima, Tomás Ribeiro, Henrique, Tiago Esgaio, Sousa, Taira, Cafu, Bruno Ramires, Cassierra e Valera. Substituições: Edi Semedo por Cassierra (73′), Francisco Teixeira por Varela (86′), Robinho por Sousa (86′) e Cauê por Cafu (86′). Suplentes não utilizados: Guilherme, Diogo Calila, , Danny, Yaya e Richard Rodrigues Treinador: Petit
Rio Ave FC 0 Kieszek, Ivo Pinto, Toni Borevkovic, Santos, Pedro Amaral, Filipe Augusto, Pelé, Diego Lopes, Carlos Mané, Lucas Piazon e André Pereira. Substituições: Francisco Geraldes por Diego Lopes (65′), Gelson Dala por Lucas Piazon (65′), Bruno Moreira por André Pereira (73′), Tarantini por Pelé (85′) e Meshino por Carlos Mané (85′). Suplentes não utilizados: Leo Vieira, Nelson Monte, Costinha e Jambor. Treinador: Mário Silva
Leo Vieira esteve em directo na página de Instagram do “Gazeta Esportiva”, um jornal desportivo online brasileiro.
Falou aos seguidores da página sobre o seu percurso e partilhou as suas opiniões sobre o universo do futebol no Brasil.
Depois de um breve início na Associação Portuguesa Desportiva (clube com sede em São Paulo), fez grande parte da sua formação e do seu percurso profissional no São Paulo. “Eu costumo dizer que o São Paulo foi uma escola, uma faculdade, um douturamento. Cheguei lá com 14 anos e com 16 anos chamaram-me à equipa principal”, contou o guardião brasileiro, que recordou os momentos de glória em que esteve presente, não se esquecendo da oportunidade que teve em privar com jogadores de renome internacional.
Depois de 15 anos de ligação contractual ao São Paulo, Léo Vieira opta por dar outro rumo à sua carreira. “Em 2017 optei por sair para mostrar tudo o que aprendi”, revelando que optou pelo Atlético Paranense, onde garante também ter aprendido imenso.
Quando iniciou a sua ligação ao futebol ainda não sabia que iria ser guarda-redes. “Eu vim para trás. Comecei como “ponta direita”, depois para lateral direito, ainda joguei como defesa, até que percebi que o meu lugar era na baliza. Não só por não ter as habilidades necessárias nos pés, mas porque era uma pessoa que não me importava de me magoar, de me atirar para o chão”, recorda. Para além do futebol, o brasileiro confessa que o basquetebol é outro desporto de que também gosta muito.
A vinda para Portugal coincidiu com um ano atípico em que todo o Mundo está a aprender a lidar com a pandemia do novo coronavírus.
Aquando da sua chegada, Portugal estava numa fase de alguma abertura, retoma das actividades e recomeço do campeonato. “Agora, a pandemia está a evoluir novamente, mas estamos a torcer para que isso passe e esperamos que tudo vote ao normal o mais rápido possível”, desabafa o guarda-redes. Actualmente está focado no Rio Ave FC e na oportunidade que tem pela frente. “Eu sempre tive o sonho de vir para a Europa. Estou muito feliz e empolgado”, frisa e acrescenta que “estou numa boa estrutura, que também está em ascensão e que está bem no campeonato”, conclui o atleta.
Em relação ao futuro adianta que apesar de ter 30 anos, ainda se sente um jovem. “Quero jogar e apoiar a minha equipa”, e garante que não tem preguiça de trabalhar.
A formação “B” do Rio Ave FC, deslocou-se ao terreno do CD Aves, para disputar mais uma jornada do Campeonato de Portugal. A formação de Pedro Cunha marcou presença, tal como a equipa de arbitragem, mas a equipa avense não compareceu ao encontro dando como terminada a partida, mesmo antes de começar.
A equipa de Pedro Cunha volta a jogar para o campeonato no dia 18 de Outubro, frente ao Camacha, em Vila do Conde.
O Rio Ave FC viajou até Tondela para disputar a 1ª Jornada da Liga NOS.
O arranque no campeonato da equipa vilacondense não correu como o esperado.
Um início atípico esta época, com um ritmo alucianante – poucos dias de intervalo entre jogos e um calendário difícil pela frente.
O CD Tondela dificultou a vida aos vilacondenses e o golo de Ricardo Alves logo aos 9 minutos aumentou a pressão sobre a equipa.
Apesar do pouco tempo que a equipa teve para a preparação do jogo, nunca baixou os braços e manteve-se na luta pela conquista dos 3 pontos.
Jambor esteve bem perto de igualar o marcador, aos 31 minutos, mas a sorte não estava do nosso lado. O livre marcado pelo croata sai com força, mas bate na barra.
De volta ao relvado para a segunda parte, a formação de Mário Silva arranca de forma confiante e com vários lances de perigo na área da equipa da casa. Valeu-lhes – uma vez, outra, e outra e outra… – Niasse Babacar que foi conseguindo impedir que a bola entrasse na baliza.
Duvidoso, e digno de análise, é o lance aos 64 minutos, em que um remate de Diego Lopes é travado pelo braço de Pedro Augusto.
A faltarem pouco menos de 20 minutos para o término do jogo, sai Gelson Dala que já se vinha mostrando queixoso por causa de uma dor no ombro direito, na sequência de uma queda na grande área, ainda na primeira parte.
Noite de estreias para o Rio Ave FC. Mário Silva, que realizou o seu primeiro jogo como treinador principal na Liga Portuguesa, e Meshino, que fez os seus primeiros minutos com o emblema do Rio Ave FC ao peito. O reforço, emprestado pelo Manchester City, entrou aos 86′ para marcar o golo do empate! Já em período de descontos o número 40, recebe a bola pelos pés de Francisco Geraldes e faz pontaria certeira para as redes do CD Tondela.
Mário Silva confessou, já no pós-jogo que o objectivo era ganhar o jogo e que “na segunda parte fomos claramente melhores. Posse de bola, remates, oportunidades, bolas paradas… A derrota não era justa, mas o empate também não”, frisou o treinador.
O Rio Ave FC prepara-se agora para o jogo da próxima quarta-feira, frente ao Besiktas (3ª pré-eliminatória da Liga Europa), às 18H00 (hora nacional).
Jogo no Estádio João Cardoso Árbitro: Rui Costa Ao intervalo: 1-0 Marcadores: Ricardo Alves (9′), Acção disciplinar: cartão amarelo a
CD Tondela 1 Niasse, Bebeto, Jaquité, Pedro Augusto, Salvador Agra, João Pedro, Strkalj, Jaume, Filipe Ferreira, Yohan Tavares e Ricardo Alves.
Substituições: Rafael Barbosa por Salvador Agra (70′), Tiago por Bebeto (76′), Jota por João Pedro (84′). Suplentes não utilizados: Trigueira, Ruben Fonseca, João Mendes, Rafael Barbosa, Arcanjo Treinador: Pako Ayestarán
Rio Ave FC 1 Kieszek, Nélson Monte, Borevkovic, Gelson Dala, Tarantini, Diego Lopes, Lucas Piazon, Carlos Mané, Jambor e Santos
Substituições: Bruno Moreira por Lucas Piazon (ao intervalo), Francisco Geraldes por Gelson Dala (74′), Gabrielzinho por Nélson Monte (74′), Meshino por Tarantini (86′) Suplentes não utilizados: Leo Vieira, Filipe Augusto, Costinha, Rúben Gonçalves, Pijnaker, Meshino, Treinador: Mário Silva
Jambor e Borevkovic, a nossa dupla de croatas, estiveram à conversa com o site de notícias de Banja Luka, MONDO.
Os atletas do Rio Ave FC revelaram estar ansiosos pelo desafio na Bósnia, onde vão defrontar o FK Borac Banja Luka na 2ª Pré-Eliminatória da Liga Europa, a 17 de Setembro. “A nossa expectativa é vencer”, confessaram, dizendo também que “é um adversário que nós respeitamos muito e sabemos que não será fácil”.
Jambor e Borevkovic, salientaram o facto de que “o Banja Luka já está em forma competitiva há um mês e meio” e que a situação que se avizinha para o Rio Ave FC, vai exigir que a equipa trabalhe a um ritmo bastante intenso: “três dias depois do jogo em Banja Luka, começamos o campeonato e, até lá, teremos apenas jogos amigáveis”.
Jambor adiantou ainda: “Estou um pouco mais familiarizado com o Borac porque estou em contacto com o Miric, que jogou no clube Banja Luka na época passada. Mas de momento não sei muito, embora goste de assistir aos jogos do Zrinjski, Borac ou outros clubes da Bósnia e Herzegovina. Vamos analisar com certeza, há mais duas semanas e meia antes do jogo”, frisou o jogador.
O defesa Toni Borevković também expressou as suas expectativas para o jogo com o Borac. “Sabemos que não será fácil para nós porque todos os clubes da BiH são perigosos quando jogam em casa. Certamente vão dar tudo e têm o objectivo de ir mais longe, assim como nós. Será, certamente, um jogo difícil. Num jogo de futebol tudo pode acontecer”. Questionado sobre se este será um jogo com muitos golos, o atleta acrescentou ainda que, “certamente não vamos jogar de forma totalmente ofensiva porque estamos a lidar com um adversário de qualidade, a jogar em casa. Isso certamente condicionará o nosso jogo e tudo pode acontecer”, finalizou. A verdade é que o FK Borac Banja Luka nunca perdeu, em casa, em jogos a contar para a Liga Europa.
Tiveram ainda tempo para abordar a questão dos estádios sem adeptos.
“Todos nós jogadores, onde quer que joguemos, fora ou em casa, gostaríamos que os jogos fossem disputados perante o público. Penso que a UEFA ainda insiste em jogos sem espectadores, e essa é uma situação que se irá verificar tanto em relação ao Borac como em relação a nós”, concluiu Borevković.
Apesar da Croácia fazer fronteira com a Bósnia e Herzegovina, nenhum dos dois visitou Banja Luka, por isso ambos estão entusiasmados em conhecer esta cidade do país vizinho.