“É com pesar e muita tristeza que recebemos a notícia do falecimento do Professor Luís Ferraz.
Deixo, em nome do Rio Ave Futebol Clube e da sua Direcção, as nossas condolências à IPSS MADI e, sobretudo, à Drª Elisa Ferraz, Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde e esposa do Professor, pela perda, unindo-nos à sua dor neste momento de luto”.
Tudo o que se esperava do jogo, por mais animador e positivo que fosse, sofreu um revés praticamente no início da partida com uns quantos minutos de desacerto.
Aos 9 minutos Marcelo, num lance infeliz, introduz a bola na própria baliza, sem que antes o árbitro não deixasse passar em claro um fora de jogo de um jogador do Tondela que faria o cruzamento para Marcelo emendar.
Seguiram-se uma série de equívocos da equipa de arbitragem que ditaram aos 11 minutos a expulsão (mal) de Cassio por uma falta que não cometeu.
A jogar com menos um desde os 9 minutos, os nervos poderiam apoderar-se dos nossos jogadores, mas estes reagiram bem e procuraram o golo.
Aos 42 minutos Krovinovic fez o empate depois de um passe magistral de Tarantini.
Na segunda metade o Tondela entrou melhor e o Rio Ave FC acusou os nervos e aos 62 minutos permitiu que o Tondela fizesse o 2-1.
Até ao final da partida, com menos um elemento, o Rio Ave FC procurou o empate, teve em Gil Dias uma oportunidade fulcral de golo, que o guarda redes Claudio, quase por instinto negou. Depois foi Tarantini, por duas vezes e Guedes a não conseguirem marcar, destacando-se a exibição do guardião do Tondela.
Resultado negativo, no final, mas que não nos deixa derrotados na busca de vitorias nas 5 finais que faltam.
Obrigado a todos os nossos adeptos que nos apoiaram durante todo o jogo, demonstrando, mais uma vez, a força e a paixão que sentem e que tanto nos ajuda.
Num jogo que prometeu ser intenso desde os primeiros minutos o Rio Ave FC foi a equipa mais capaz e transformou essa intensidade numa vitória, 3-2, construída ao longo de todo o jogo.
A partida começou com ascendente rioavista, era a equipa da casa quem tinha mais posse de bola e fazia circular o jogo.
A partida manteve-se dividida com uma oportunidade para cada equipa.
A equipa da Académica é a primeira a chegar ao golo na conversão de uma bola parada, mas a resposta não se fez tardar. O marcador foi o artilheiro do costume, Manuel Namora, que numa jogada confusa na área adversária repôs a igualdade.
A partida foi empatada a uma bola para o intervalo e no regresso as equipas mantiveram a toada dividida. Desta feita, no segundo tempo foi o Rio Ave FC quem se adiantou primeiro no marcador, novamente por Manuel Namora, mas a Académica viria a fazer o golo do empate.
O jogo caminhou para o seu fim, mas não sem que os vilacondenses se voltassem a afirmar, Pauleta, que entrou durante o segundo tempo sofreu falta dentro da grande área, o árbitro assinou grande penalidade, e Manuel Namora, quem mais, converteu em golo.
Estava feito o resultado final, 3-2, vitória que deixa a equipa no 4º lugar, dentro do objetivo apontado pelo treinador.
Pedro Cunha fez alinhar: Carlos Alves, João Pedro, Kelechi, Ruben Pereira (Tiago Dias), Nuno Namora; Diogo Teixeira, Diogo Almeida (Pauleta), Ruben Gonçalves, Manuel Namora, Hugo Almeida (Martim) e Rogério.
Ainda condicionado, é certo, mas o internacional cabo-verdiano já trabalhou no relvado, integrado, realizando pare do treino com os companheiros.
Leandrinho voltou também a trabalhar no relvado, complementando o tratamento e trabalho de ginásio, no processo de recuperação da cirurgia ao joelho. Já, Pedro Moreira trabalha condicionado pela lombalgia que o tem afastado da competição.
Luis Castro orientou, em dia de feriado, mais uma sessão de treino, no estádio, na preparação para a 13ª jornada da Liga NOS, em Arouca, jogo que irá ocorrer na próxima segunda feira.
Para amanhã, 6ª feira, está também marcado uma sessão de trabalho, de manhã, pelas 10.30h, no estádio.
Luis Manuel Ribeiro de Castro é o escolhido para ser o novo “timoneiro” do Rio Ave FC.
Luis Castro aceitou o convite da Direcção do Rio Ave FC para assumir o desafio e os destinos da equipa principal.
Na época passada, o treinador, foi campeão nacional (da 2ª Liga), pela formação B do FC Porto, dando seguimento a um trabalho notável de 4 épocas no Olival.
Pelo meio foi ainda treinador principal do FC Porto, em 2013/14.
De 2006 a 2013 foi Coordenador de toda a formação dos Dragões e já antes, em 2004/05 treinou o FC Penafiel, vindo da Sanjoanense, tendo-se revelado, na altura, um dos treinadores mais emergentes e entusiasmastes do futebol português.
Luis Castro é, actualmente, um dos profissionais mais conceituados por todo o trabalho desenvolvido, apontado pela critica como sendo um treinador de excelentes qualidades técnicas e humanas, tendo sido alvo de cobiça recente, inclusive do estrangeiro e de mercados em crescimento exponencial no futebol, para projectos de dimensão e projecção enorme.
O perfil de Luis Castro corresponde aos parâmetros que a nossa Direcção sempre procurou para o cargo.
Desejamos ao nosso treinador as maiores felicidades neste seu novo compromisso e que “comande a nossa embarcação” ao sucesso.
O treinador será apresentado na próxima segunda-feira, dia 14 de Novembro, pelas 15 horas, no estádio do Rio Ave FC, orientado, meia hora hora mais tarde, o treino da equipa.
Aproveitando a pausa nos campeonatos, Nuno Capucho orientou a equipa num jogo de caracter amigável, com o FC Famalicão, que decorreu em Ribeirão, no Estádio do Passal.
Sem Heldon, Krovinovic, Kizito e Carlos Alves, nas selecções, e sem André Vilas Boas, Filipe Augusto, Capela, Roderick e Rúben Ribeiro, poupados a esta partida, o Rio Ave FC venceu a formação da 2ª Liga por 4-1, resultado praticamente construído na primeira metade, com o golo adversário a ser marcado na segunda parte.
Na primeira parte (de 40 minutos) Capucho apostou na equipa principal, jogando em 4-3-3, promovendo, a segunda metade a uma série de alterações, tendo mesmo ensaiado, nos últimos 10 minutos, jogar em inferioridade numérica.
ONZE INICIAL RIO AVE FC:
Cassio; Pedrinho, Monte, Marcelo e Rafa Soares; Wakaso, Pedro Moreira, Novais; Yazalde, Guedes e Gil Dias.
Donos de um histórico 3º Lugar no Campeonato Nacional de Juniores, a equipa do Rio Ave Futebol Clube parte para uma nova época onde a fasquia está elevada, mas a humildade e compromisso que caracterizam o Clube em nada se alteram.
Pedro Cunha mantem-se na liderança dos Sub-19, com Mateus Lima, João Meireles e João Santos a transitarem da época passada enquanto adjuntos. A saída de Zé Gomes deixou uma vaga aberta e essa foi ocupada por um rosto conhecido da formação rioavista, Paquito, ou Francisco Saura, será o novo treinador principal dos Sub-18 trabalhando em conjunto com Pedro Cunha.
A meta passa por voltar a um lugar entre os 8 melhores do País, o que significa a qualificação para a Fase de Apuramento de Campeão, mantendo no entanto o objetivo inicial de ao mesmo tempo, garantir a manutenção na 1ª Divisão.
Com o objetivo da manutenção como primeiro objetivo, mas imbuído de sonho e ambição o plantel de Juvenis parte para a época 2016/17 mantendo uma grande parte da estrutura que garantiu a manutenção na temporada passada.
O técnico Luís Silva continua acompanhado por Diogo Queiroz e José Martins. A equipa técnica tem agora mais uma época de experiência além de um plantel com muitos elementos que transitam da época passada.
Recordar que em 2015/16 os Juvenis começaram a época de forma menos positiva, mudaram de trinador e chegaram ao final da 1ª Fase com uma desvantagem para os restantes Clubes lutaram pela manutenção. Na Manutenção os jogadores superaram-se e terminaram a época elogiados pelos próprios adversários.
Tal facto não eleva as expectativas para a presente temporada, mas oferece ao grupo a confiança necessária para enfrentar o Campeonato Nacional.
Depois da apresentação da equipa sénior do Rio Futebol Clube, de manha frente a selecção concelhia de Vila do Conde, da parte da tarde os Veteranos defrontaram o Labruge, jogo de fim de época importante de seguir com duas equipas vila-condenses.
Os verdes-brancos venceram por margem dilatada, marcando dois golos em cada parte obtidos pelos caxineiro , Craveiro (dois golos) e Sérgio Gaspar (dois golos), a turma de Labruge tentou um ponto de honra, mas a defesa da casa não permitiu tal feito.
O Rio Ave Futebol Clube tem vindo a apresentar algumas novidades no plantel Toni Oliveira, Renato Viegas, Patrício Dinis, e o regresso de Pedro Morais.
Sobre a orientação de António Barros, o Rio Ave Futebol Clube: Piloto,Ferreira,Mozer,H.Cardoso,Mo,Hugo,P.Morais,Rui”Cubillas”,Gaiteiro,S.Gaspar e Craveiro.
Alinharam ainda, Ilidio,Paulinho,Pedro,Dinis,Toni Oliveira e Renato Viegas
O plantel de veteranos do Rio Ave Futebol Clube voltou à competição depois de uma paragem mais longa que o habitual, a equipa recebeu uma formação espanhola, o CD Benavente de Zamora. O resultado sorriu aos visitantes que venceram por 3-4.
A turma orientada por António Barros, mais velha, mas também mais experiente que o adversário, dominou a primeira parte, mostrou porque não perdia há cerca de 2 anos e chegou ao intervalo a vencer por 2-0, golos da autoria de Ricardo Nascimento e Sérgio Gaspar.
O segundo tempo no entanto mostrou que a qualidade não é a mesma quando faltam as “canetas” e apesar de Mesquita ainda ter apontado o terceiro, a juventude e frescura física dos visitantes fez-se notar, contando ainda com a ajuda de um auto-golo vilacondense.
Tudo isto num jogo em que alinharam: Piloto, Ouvidor, Cardoso, Pena, Mo, Mesquita, Cubillas, Hugo, Ricardo Nascimento, Vitor Barbosa, Sérgio Gaspar, Ilídio, Toni Passo, Ferreira, Nuno Patrício, Dinis e Mozer.
Depois de no começo da época terem alinhado para as apresentações de duas equipas próximas, os veteranos do Rio Ave Futebol Clube voltaram a calçar as botas e vestir a camisola que tanto os orgulha e prometem continuar para mais uma época de futebol, de convívio e de culto da mísitica rioavista.
À 3ª jornada da fase de apuramento do Nacional de Juniores a recepção ao FC Porto saldou-se num empate a 1 bola.
Ao fim dos 90 minutos é caso para dizer que se lamenta a injustiça do empate, tal como se lamenta a falta de coragem de uma equipa de arbitragem que usou uma opção de critérios, no mínimo, preocupante.
Vamos por partes:
O jogo inicia-se praticamente com um remate fortíssimo de Vitó ao poste da baliza adversária. Logo depois, na sequência de um livre, o perigo voltou a rondar a baliza portista, dando mesmo a ilusão de a bola ter entrado… não foi golo, o remate embateu nas redes laterais e daí essa ilusão de óptica.
Justo também será dizer que Carlos Alves, por 2 vezes, realizou duas intervenções de alto nível, negando o golo do FC Porto. Mesmo assim, o domínio do jogo foi praticamente do Rio Ave FC, aproveitando também jogar a favor de um vento forte, mas sem resultados práticos em relação ao marcador.
Na segunda metade entrou melhor o FC Porto, mais pressionante, mais atrevido. Durou 10 minutos esta reacção, até que o Rio Ave FC voltou a “entrar” no jogo e conseguir o golo. Aos 58 minutos, depois de uma falta assinalada à entrada da área (daria direito a cartão amarelo, porque a carga é feita com o braço no rosto do nosso jogador, mas o arbitro assim não entendeu), Vitó faria o golo do Rio Ave FC, a marcação de um livre. Vitó bate a bola com muita força, fazendo-a passar pelo único espaço possível na barreira: as imagens abaixo falam por si.
A partir daqui as coisas mudaram. O arbitro da partida começou a usar um critério não uniforme e coerente no juízo de faltas. Prova disso foi a falta que Graça sofreu, por trás, já com a bola fora do alcance e o arbitro poupou no cartão. ou as constantes faltas e entradas duras que Jaime Pinto sofreu, sem que fosse sequer assinalada qualquer falta.
Numa partida viva, por duas vezes, a mais flagrante por Jaime, poderíamos ter chegado ao 2-0.
Mas, perante a “passividade” do juiz da partida e perante a necessidade de virar o resultado, o adversário aumentou o ritmo em busca do golo do empate, que surgiu aos 88 minutos, por Chidera.
No final, suou o apito encerrando o marcador no empate a 1 golo, injusto pelo que os nossos jogadores fizeram em campo. Injusto porque, se é, por si só, difícil jogar perante adversários fortes, candidatos ao título, mais o é quando quem deveria ser justo e ajuizar bem, não o consegue.
Pedro Cunha, no final da partida estava orgulhoso dos seus jogadores, mas acompanhava-os na frustração perante a actuação do arbitro que ajudou à subtracção de uma vitória.
FICHA DE JOGO
ONZE INICIAL:
Carlos Alves; Virgílio, Tiago Letras, Filipe Almeida e Tiago André; Pacheco, Pedro Matos (sub 93′) e Vitó; Manuel Namora (sub 86′), André Sena (sub 66′) e Jaime Pinto.
Jogaram ainda:Pedro Graça (sub 66′), Mário (sub 86′) e Manuel Lopes (sub 93′)